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Conselho de Assistência Social aldeense aprova Plano de Acolhimento para Crianças e Adolescentes

Por Raíra Morena em 16/10/2014
Imagem da Notícia: O Conselho Municipal de Assistência Social de São Pedro da Aldeia aprovou, durante reunião realizada nesta quarta-feira (15), o Plano de Acolhimento para Crianças, Adolescentes e Jovens do município. O documento, elaborado de forma participativa, contém estratégias, metas e cronograma de ações, visando à adequação dos serviços de acolhimento provisório para jovens afastados da família por determinação judicial. O Plano agora será enviado ao órgão gestor estadual da Assistência Social. Participaram do encontro a Secretária de Assistência Social e Direitos Humanos e presidente do Conselho, Ester Chumbinho, a Subsecretária da pasta, Olívia Sá, e demais membros do órgão, representantes governamentais, instituições sociais e sociedade civil organizada. Entre as modalidades de serviços de acolhimento ofertados em São Pedro da Aldeia estão o Programa Família Acolhedora, já implantado, e o Abrigo Institucional, que está em vias de inauguração e vai atender temporariamente jovens de 12 a 18 anos em situação de risco social.

O Conselho Municipal de Assistência Social de São Pedro da Aldeia aprovou, durante reunião realizada nesta quarta-feira (15), o Plano de Acolhimento para Crianças, Adolescentes e Jovens do município. O documento, elaborado de forma participativa, contém estratégias, metas e cronograma de ações, visando à adequação dos serviços de acolhimento provisório para jovens afastados da família por determinação judicial. O Plano agora será enviado ao órgão gestor estadual da Assistência Social. Participaram do encontro a Secretária de Assistência Social e Direitos Humanos e presidente do Conselho, Ester Chumbinho, a Subsecretária da pasta, Olívia Sá, e demais membros do órgão, representantes governamentais, instituições sociais e sociedade civil organizada. Entre as modalidades de serviços de acolhimento ofertados em São Pedro da Aldeia estão o Programa Família Acolhedora, já implantado, e o Abrigo Institucional, que está em vias de inauguração e vai atender temporariamente jovens de 12 a 18 anos em situação de risco social.

De acordo com a Secretária de Assistência Social e Direitos Humanos e presidente do Conselho, Ester Chumbinho, o Plano é um avanço importante para a rede de garantias de direitos de crianças e adolescentes que se encontram em situação de vulnerabilidade social. “Esse Plano é muito importante para a qualificação do atendimento às nossas crianças e adolescentes. Formamos um grupo de trabalho para a elaboração do Plano, composto por diversos setores da sociedade. Tivemos discussões ricas, coletamos dados e analisamos os recursos existentes para fazer um diagnóstico preciso das demandas do nosso município. Através desse Plano, vamos organizar e melhorar a qualidade do serviço oferecido aos jovens, de acordo com as normativas e parâmetros legais”, destacou.

Durante a reunião, o assistente social e membro do Grupo de Gestão do SUAS da Secretaria de Assistência Social, Gabriel Mendes, apresentou o Plano para aprovação do Conselho. No documento constam as modalidades de serviços, estratégias e principais portas de entrada municipais para o acolhimento a crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por meio de medida protetiva. O Plano também engloba o diagnóstico municipal dos aspectos socioeconômicos e familiares, além das principais circunstâncias que acarretam a ruptura de vínculos familiares.  

Na ocasião, o assistente social aproveitou para ressaltar a importância do trabalho intersetorial no trabalho de acolhimento. “Para que as intervenções junto às crianças e adolescentes e suas famílias sejam efetivas, é necessário que haja uma estreita articulação entre os órgãos envolvidos na rede de garantia de direitos, como os CRAS e o CREAS, com o objetivo de evitar a institucionalização de crianças e adolescentes, e priorizar sempre a integração familiar e comunitária”, ressaltou.

Já implantado no município, o Programa “Família Acolhedora”, que atende de crianças entre 0 e 5 anos de idade afastadas da família, oferece acolhimento por até seis meses em um novo lar, desde que a família acolhedora não tenha a intenção de adoção. Mais informações sobre os critérios de cadastramento no Programa podem ser obtidas na sede da Secretaria de Assistência Social, no Centro da cidade, ou no CRAS mais próximo. Já o Abrigo Institucional, que deverá ser inaugurado nos próximos meses, vai atender temporariamente jovens de 12 a 18 anos em situação de risco. O serviço terá aspecto semelhante ao de uma residência.

Além da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, participaram da elaboração do Plano de Acolhimento o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, a Secretaria de Saúde, Educação, Conselho Tutelar, Poder Judiciário e Instituições de acolhimento conveniadas.

Tópicos: Família Acolhedora , Plano de Acolhimento , Abrigo Institucional