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Escola Capitão Costa, em São Pedro daAldeia, é contemplada em projeto da UERJ

Por Mônica Marins em 23/10/2013
Imagem da Notícia: A Escola Municipalizada Capitão Costa localizada no bairro da Cruz, na Zona Rural, recebeu essa semana um kit de equipamentos eletrônicos. A entrega foi feita na segunda-feira (21) pelo coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Geografia, Relações Raciais e Movimentos Sociais (NEGRAM) da UERJ professor Renato Emerson dos Santos.

A Escola Municipalizada Capitão Costa localizada no bairro da Cruz, na Zona Rural de São Pedro da Aldeia recebeu essa semana um kit de equipamentos eletrônicos.  A entrega foi feita na segunda-feira (21) pelo coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Geografia, Relações Raciais e Movimentos Sociais (NEGRAM) da UERJ professor Renato Emerson dos Santos.

Segundo Renato o NEGRAM participou de um edital da Fundação Estadual de Apoio à Pesquisa (FAPERJ) e ele inscreveu a escola Capitão Costa para receber parte dos recursos e ela foi contemplada. A escola faz parte da pesquisa realizada pelo NEGRAM que inclui a temática da discussão racial. A professora de geografia do Capitão Costa, Fabrícia Costa Corrêa faz parte do NEGRAM e por isso foi possível incluir a escola no edital.

 A escola recebeu uma TV 42 polegadas, um notebook, uma máquina fotográfica, uma filmadora e uma caixa amplificadora. A diretora da escola Cleide Soares de Carvalho disse que disse que os equipamentos serão importantes porque, nesse momento, a escola está montando a sala de mídia. Para a professora Fabrícia, o material irá facilitar o aprendizado e fortalecerá o trabalho que vem sendo feito na escola sobre questões de racismo e geografia.


O professor Renato Emerson incentivou os alunos a utilizarem bastante o material. “Se vocês não usarem o equipamento não terá sentido nenhum”, disse Renato. Ele aproveitou a oportunidade para falar também sobre o trabalho do NEGRAM. “Vocês precisam ter consciência de que vocês conduzirão o país e farão tudo o que nós não conseguimos fazer. Somos todos iguais, independentemente da cor, sexo ou religião”, finalizou Renato.