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Prefeitura vacina guardas municipais de São Pedro da Aldeia contra Influenza

Por Luana Macêdo em 21/05/2019
Imagem da Notícia: A Prefeitura de São Pedro da Aldeia, por meio da Secretaria de Saúde vacinou os guardas municipais que atuam na cidadeA atividade faz parte do cumprimento da campanha ministerial contra Influenza que vai até o dia 31 de maio. Os munícipes que estiverem dentro do público-alvo devem procurar o posto mais próximo para se imunizar. Ao todo, cerca de 20 postos estão vacinando o público-alvo, definido pelo Ministério da Saúde. Apenas as unidades de Orquídeas e Três Vendas não estão realizando a aplicação. Em São Pedro da Aldeia, a meta é vacinar 90% do grupo definido para imunização.


 

A Prefeitura de São Pedro da Aldeia, por meio da Secretaria de Saúde vacinou os guardas municipais que atuam na cidade. A atividade faz parte do cumprimento da campanha ministerial contra Influenza que vai até o dia 31 de maio. Os munícipes que estiverem dentro do público-alvo devem procurar o posto mais próximo para se imunizar. Ao todo, cerca de 20 postos estão vacinando o público-alvo, definido pelo Ministério da Saúde. Apenas as unidades de Orquídeas e Três Vendas não estão realizando a aplicação. Em São Pedro da Aldeia, a meta é vacinar 90% do grupo definido para imunização.


“Os guardas municipais se enquadram na vacinação de agentes de segurança pública, realizamos essa imunização por meio da nossa Vigilância em Saúde do Trabalhador. É importante que quem está inserido no público-alvo e ainda não se vacinou procure a unidade mais próxima de sua casa e se imunize. Essa é uma campanha longa que vai até o fim do mês, vamos trabalhar para bater a meta de imunização em São Pedro da Aldeia”, disse a secretária de Saúde, Francislene Casemiro.

De acordo com orientações do Ministério da Saúde, o público-alvo para a campanha envolve crianças de seis meses a menores de seis anos de idade (cinco anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, puérperas (mulheres com até 45 dias após o parto), pessoas com 60 anos de idade ou mais, povos indígenas e trabalhadores de saúde. Além de adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medida socioeducativa e população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições especiais, independentemente da idade. Para este último grupo, a apresentação da prescrição médica, especificando o motivo da indicação, é obrigatória e deverá ser apresentada no ato da imunização. A vacina também será ofertada aos professores das escolas públicas e privadas. No comparativo com 2018, a principal mudança no público-alvo foi a ampliação da margem infantil. Até o ano passado, o imunizante viral era aplicado apenas nas crianças de 6 meses a 5 anos incompletos, agora, naquelas com até 6 anos incompletos.

A Influenza é uma doença viral febril, aguda, comumente conhecida como gripe, caracterizada por sintomas como febre, tremores, dores de cabeça, dor de garganta e rouquidão, além de alterações respiratórias, como tosse seca e coriza. Existem três tipos de vírus Influenza: A, B e C. O vírus Influenza C causa infecções respiratórias brandas, sem causar impactos na saúde pública ou estar relacionado com epidemias. Já os vírus A e B são responsáveis por epidemias sazonais. O vírus Influenza A é classificado ainda em subtipos H1N1 e H3N2, além do H7N9. A transmissão ocorre pelo contato com pessoas infectadas, ao tossir, espirrar ou falar. Pode ser transmitida, ainda, indiretamente pelas mãos, após contato com superfícies contaminadas por secreções respiratórias. 


Há contraindicação para pessoas com alergia aos componentes da vacina, principalmente à proteína do ovo. Portadores de doenças neurológicas e síndrome Guillain-Barré devem consultar um médico antes de tomar a vacina e seguir as orientações. Para pessoas que tenham apresentado febre recente, recomenda-se adiar a vacinação até que o estado de saúde melhore.