São Pedro da Aldeia realiza primeira oficina local da Mata Atlântica

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São Pedro da Aldeia realiza primeira oficina local da Mata Atlântica

Como parte do processo de elaboração do Plano Municipal da Mata Atlântica, nesta quinta-feira (11) São Pedro da Aldeia realizou a primeira oficina de formação do Grupo Local da Mata Atlântica, responsável por definir estratégias prioritárias para conservação e recuperação do bioma no município. O encontro, que reuniu membros do Poder Público e da sociedade civil, foi coordenado por representantes da Secretaria de Estado do Ambiente, da Associação Estadual de Municípios do Rio de Janeiro (AEMERJ) e da ONG Instituto de Estudos da Religião (ISER), com o apoio da Prefeitura e do Consórcio Intermunicipal Lagos São João.

Marcando presença na abertura da oficina, a Secretária de Ambiente, Lagoa e Pesca, Adriana Saad, ressaltou o compromisso do Poder Público com o projeto. “Desde que o projeto estadual da Mata Atlântica teve início, iniciamos junto o nosso levantamento de dados. Já temos um diagnóstico que São Pedro da Aldeia, principalmente a área que compreende o Parque Natural, tem espécies raríssimas, endêmicas e muitas espécies em extinção. Daí a importância desse trabalho de mapeamento das áreas verdes, que vão constituir o Plano de preservação da Mata Atlântica no nosso município”, disse.

A oficina marcou o início das etapas participativas para confecção do Plano e teve como objetivo a consolidação do Grupo Local de trabalho, apresentação da estrutura de implementação do Plano e elaboração de mapas falados sobre o cenário atual da Mata Atlântica em São Pedro da Aldeia. Segundo a coordenadora da área de Ambiente e Sustentabilidade da AEMERJ, Janete Abraão, uma das responsáveis pelas explanações, a participação de técnicos, gestores públicos e da sociedade civil é essencial para a definição das propostas.

“Estamos dando início à primeira fase de um processo participativo de elaboração do Plano, discutindo a Mata Atlântica e os principais caminhos para a conservação e recuperação desse bioma. Através do grupo local, conheceremos o cenário atual e os problemas ambientais do município. Apesar do Plano ser de responsabilidade executiva da Secretaria do Ambiente, a participação de técnicos e gestores das diversas secretarias da Prefeitura, conselheiros municipais e da população é muito importante”, ressaltou.

Durante a oficina, os participantes do Grupo Local contribuíram com informações sobre o município, tais como dados históricos, legislações e políticas, entre outras informações que servirão de base para a produção do diagnóstico do município e dos mapas falados sobre a situação atual da cidade.

De acordo com o cronograma do projeto de elaboração do Plano, dois novos encontros deverão ser marcados até agosto de 2015, um deles com previsão para ainda este ano. O segundo encontro vai abordar as macro estratégias e propostas de recuperação e proteção do bioma, bem como apresentar os dados sistematizados a partir dos estudos técnicos em curso e dos mapas falados. Já o terceiro e último encontro será dedicado ao diagnóstico final da realidade municipal e as perspectivas futuras, com cronograma de ação por ordem de prioridade. Após a confecção ao longo das três oficinas locais, o Plano será encaminhado para análise e aprovação do Conselho Municipal de Meio Ambiente, e em seguida apresentados à sociedade.

Estiveram à frente da oficina ainda as consultoras e biólogas Alba Abraão, da ONG ISER, e Renata Lopes, da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA). Constituindo o Grupo Local, participaram também o Secretário de Agricultura, Abastecimento, Trabalho e Renda, Dimas Tadeus, o diretor de Trabalho e Renda, Marcos Salaibe, a coordenadora da Casa de Cultura, Deny Caetano, entre outros especialistas e membros do Poder Público e da sociedade civil.

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