SASDH vai realizar 1º Fórum Intersetorial Sobre Prevenção a Automutilação e ao Suicídio

A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos realizou nesta quinta-feira (01), em sua sede, mais uma reunião. O objetivo foi discutir o tema “Ações Estratégicas Voltadas Para o Enfrentamento a Automutilação e ao Suicídio Para o Público Infantojuvenil no Município”.  O encontro contou com a presença da Secretária Adjunta da SASDH, Olívia Sá, a Diretora das Proteções Básica e Especial, Cláudia Brasil, a Assessora Técnica da Gestão SUAS, Aline Aguiar da Silva, a Diretora do Programa da Saúde Mental, Rosemery Calazans e a Coordenadora da Orientação Educacional, Samira Costa; as duas últimas representaram as Secretarias de Saúde e Educação, respectivamente.

Durante o encontro foi apresentado e aprovado todo o material e a programação para a realização do “1º Fórum Intersetorial Sobre Prevenção a Automutilação e ao Suicídio”, marcado para o mês de setembro.

 “Temos que trabalhar a prevenção em conjunto. Este é um assunto muito importante e tem que envolver toda a rede. Nós somos pioneiros nesta discussão, tomamos a atitude de colocar a questão em pauta no primeiro fórum e juntos com a educação e saúde traçarmos ações estratégicas no combate a esta triste realidade, que atinge o público infantojuvenil. Mais uma vez nos colocamos à disposição da sociedade e dos profissionais que trabalham diretamente com este público” explicou a Secretária Adjunta da SASDH, Olívia Sá.

De acordo com a Rosemery Calazans a existência de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) no município diminui em 14% os casos de suicídio. “Esta é uma estatística do Ministério da Saúde. No CAPS nós trabalhamos as crises, com intensidade nos cuidados, isso em conjunto com atenção primária, que é responsável pela promoção e prevenção da saúde. No fórum será explicado todos os nossos serviços, para ampliarmos ainda mais nossa abrangência”, informou.

“O Fórum é uma oportunidade de qualificar nossos profissionais do sistema educacional para que juntos possamos criar, nas unidades escolares, estratégias de enfrentamento a automutilação e ao suicídio. Sabemos que o profissional da educação, muitas vezes é o primeiro a observar os sintomas, por isso, todos devem saber quais caminhos tomar, qual profissional procurar”, falou a Coordenadora da Orientação Educacional, Samira Costa.

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