A Praça Agenor Santos, no Centro de São Pedro da Aldeia, foi palco de um encontro marcado pela arte e pela inclusão nesta terça-feira (28/04), com a realização do 2º Sarau Inclusivo. A programação reuniu apresentações musicais, declamações de poesia, atividades informativas e depoimentos, promovendo a conscientização e valorizando a diversidade. A iniciativa foi organizada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos.
A secretária da pasta, Aline Manhães, falou sobre o evento. “O Sarau Inclusivo foi pensado no ano passado e agora chega à sua segunda edição. Mais do que falar sobre inclusão, queremos evidenciar as potencialidades das pessoas com deficiência e transtorno do espectro autista. Estamos muito gratas pela presença de todos. Nosso objetivo é dar visibilidade a essa pauta tão importante”, afirmou.



Durante o evento, o público também teve acesso a informações sobre serviços da rede socioassistencial, como o CEAM Daiana Borges e o programa Família Acolhedora, que apresentaram suas atividades e formas de atendimento. O evento contou com a participação dos estudantes do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Dr. Feliciano Sodré.
Para o professor de Biologia, Jomar Jotha, iniciativas como essa promovem mais empatia. “Esse Sarau Inclusivo é vital. Vivemos em um mundo com tanta desigualdade e com tanta agressão, então acredito que este é um momento para trazer essa garotada, que são seres pensantes e têm um futuro, para iniciativas como essas. É bem bacana essa questão da inclusão e da conscientização diária”, apontou.



A programação também contou com a participação dos usuários do Serviço de Residência Terapêutica e do Centro de Atenção Psicossocial aldeense (CAPS), que apresentaram poesias e canções da Música Popular Brasileira, como “Amor I Love You”, de Marisa Monte, com o apoio do facilitador musical Danilo Perrote.
A coordenadora do CAPS, Jaqueline Fernandes, celebrou o momento. “É muito importante que nossos usuários participem deste sarau de inclusão, porque mostra como a inclusão é algo vital para eles. Quando fomos convidados, ficamos muito honrados. Cada um que participa, faz do jeito deles. Um canta, outro recita poesia e falam do cuidado com a saúde mental. É muito bom vê-los se sentirem pertencentes”, disse.




Também estiveram presentes a coordenadora e a psicóloga do CEAM Daiana Borges, Luciana Oliveira e Delexiany Moraes, respectivamente; as coordenadoras LGBTQIA+, Lorrany Gastanes, da pasta PCD, Larissa Lira, e da pasta da Pessoa Idosa, Ágata Acioly, além da assistente social e da psicóloga do Programa Família Acolhedora, Vivian Maria Carvalho e Ivana Aquino, respectivamente.




