Dando continuidade às ações de caráter educativo, a Vigilância Sanitária e o representante da Associação Comercial e Câmara de Dirigentes Lojistas (Aciaspa/CDL) visitaram comércios do bairro Poço Fundo. A ação conjunta teve o objetivo de orientar a população sobre o combate à propagação do coronavírus e a importância de ações preventivas nos estabelecimentos. O bairro registrou, até o momento, 15 casos positivos da COVID-19. Nesta quinta-feira (09), a atividade acontecerá no Campo Redondo.

Foto: Renato Fulgoni
Além das orientações nos estabelecimentos, a ação educativa da Vigilância Sanitária e da Aciaspa/CDL também contou com entrega de panfletos e cartazes, que reforçam a obrigatoriedade do uso das máscaras, medidas de prevenção e cumprimentos dos decretos municipais.
Toda a ação foi acompanhada pelo presidente da Aciaspa/CDL, José Lima. Para ele, a parceria entre a entidade e o poder público tem o objetivo de estimular a consciência dos moradores.
“Precisamos que comerciantes e consumidores sejam conscientes e responsáveis em manter o ambiente seguro para todos. Nas ações, relembramos a importância de cada um fazer sua parte. Esse cumprimento dos decretos e medidas preventivas auxilia a manutenção dos comércios abertos”, destacou.

Foto: Renato Fulgoni
Moradora do bairro há uma década, Jussara da Silva, falou da nova realidade imposta pelo coronavírus. Segundo ela, os moradores precisam ajudar nesse combate.
“A cada dia a gente vê os números crescendo, sabemos que o governo de cada cidade tem suas responsabilidades, mas o cidadão precisa entender e ajudar. Se não tiver a colaboração, de nada vai adiantar”, lembrou.
De acordo com os decretos municipais em vigor, os comércios autorizados a funcionar devem manter um elevado padrão de higiene e limpeza, incluindo a obrigatoriedade do uso de máscaras para todos dentro do estabelecimento e álcool em gel 70% na entrada, além de evitar aglomeração. A limitação de distância mínima de dois metros entre as pessoas dentro dos comércios também deve ser cumprida e cada estabelecimento pode impor regras restritivas de aproximação e proteção de clientes e funcionários, como, por exemplo, a instalação de faixas e fitas de demarcação no piso.

A ação educativa, que já foi realizada no Centro, São João e Porto da Aldeia, deverá ser realizada também em outros bairros que apresentam grande número de casos confirmados de coronavírus. Após a ação educativa, os estabelecimentos comerciais que não cumprirem os decretos estão sujeitos a notificação, multa e até cassação de alvará.