Conferência Municipal de Assistência Social discutiu importância das políticas públicas para o atendimento no setor

Evento teve transmissão online pela primeira vez, respeitando as regras sanitárias da pandemia
Foto: Diculgação/PMSPA

A 13ª Conferência Municipal de Assistência Social de São Pedro da Aldeia, que ocorreu nesta quarta-feira (18) no Ciep Professor Cordelino Teixeira Paulo, na Estação, reforçou a importância das políticas socioassistenciais diante dos desafios impostos pela pandemia. O evento, que reuniu cerca de 80 pessoas, teve como objetivo traçar as diretrizes para fortalecer e aperfeiçoar a política do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) no município. A ação é uma realização da Prefeitura de São Pedro da Aldeia, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) em conjunto com o Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS).

Delegados eleitos, conselheiros do CMAS e representantes da sociedade civil avaliaram os serviços prestados e fizeram propostas para avançar o atendimento no SUAS. Uma das palestrantes da conferência, Cristiane Lamarão, ex-secretária estadual de Desenvolvimento Social e atual titular da pasta de Assistência Social, Promoção da Cidadania e Terceira Idade no município de Queimados, reforçou a ideia de intersetorialidade na assistência social. Ela ainda destacou a importância do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ter valor vinculado ao salário mínimo. “A política dos direitos é uma importante conquista da sociedade brasileira. Há uma nova geração de direitos destinados a incluir os tradicionalmente excluídos, os que foram privados de voz, presença, identidade, equidade. É hora de tratar os diferentes com um olhar diferenciado e alcançar a população vulnerável. É muito importante que a vigilância socioassistencial aconteça de forma efetiva para saber quem são, aonde estão e o que os usuários precisam”, observou a palestrante.

A titular da SASDH, Diana Alves, destacou em seu discurso de abertura do evento, a importância de manter acesa a esperança de uma política de assistência social mais igualitária e que chegue efetivamente àqueles que realmente necessitem dela. “Sem mendicância, sem humilhações, mas sim, como um direito consolidado à nossa população. Espero que essa conferência seja muito produtiva e que consigamos avançar sempre na mesma direção, tendo um único foco e objetivo, os nossos usuários, e a qualidade dos nossos serviços oferecidos”, recomendou Diana.

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