Prefeitura amplia ações de valorização da vida nas escolas municipais durante o Setembro Amarelo 
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Prefeitura amplia ações de valorização da vida nas escolas municipais durante o Setembro Amarelo 

Iniciativa da SEMED promoveu palestras, oficinas, rodas de conversa e atividades com estudantes e famílias ao longo do mês de setembro

A Secretaria Municipal de Educação, por meio da Coordenação de Educação Preventiva, promoveu uma série de ações nas escolas da Rede Municipal de Ensino de São Pedro da Aldeia em alusão ao Setembro Amarelo. Com o tema “Todos pela vida: o que você sente importa”, a iniciativa levou aos espaços escolares momentos de informação, escuta e reflexão sobre emoções, relações e valorização da vida.

As atividades envolveram estudantes dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental e foram adaptadas às diferentes faixas etárias. Palestras, oficinas, dinâmicas e rodas de conversa possibilitaram que crianças e adolescentes refletissem sobre seus sentimentos, compartilhassem experiências e compreendessem a importância de buscar ajuda diante de situações de dificuldade.

A secretária municipal de Educação, Danielle Corrêa, destacou a importância da iniciativa para a comunidade escolar. “A iniciativa reforça o compromisso da SEMED com o cuidado e o bem-estar da comunidade escolar, ampliando o diálogo e a conscientização sobre a importância da valorização da vida. Parabenizo a Coordenação de Educação Preventiva e todos os profissionais envolvidos nas ações, que contribuíram para levar informação, acolhimento e conscientização às nossas escolas”, comentou.

Segundo a coordenadora de Educação Preventiva, Regina Silveira, a campanha também contribuiu para aproximar estudantes e famílias de espaços de escuta. “O Setembro Amarelo nos lembra que cuidar da vida também significa cuidar das emoções, aprender a ouvir e, principalmente, criar espaços onde nossas crianças, adolescentes e suas famílias possam se sentir acolhidos e seguros para falar sobre o que sentem. Tivemos a oportunidade de estar presente nas nossas escolas, promovendo diálogos, oficinas, rodas de conversa e momentos de reflexão. Cada ação teve o propósito de mostrar aos nossos estudantes e às famílias que seus sentimentos importam, que suas histórias importam e que eles não precisam enfrentar suas dificuldades sozinhos”, apontou.

Ações também envolveram as famílias

A programação também foi ampliada para os pais e responsáveis por meio das Escolas de Pais, com encontros voltados ao tema “Cuidando de quem cuida”. A proposta foi criar espaços de diálogo sobre os desafios da parentalidade e a importância de que os próprios responsáveis também encontrem oportunidades para falar sobre suas experiências e sentimentos.

Os encontros contaram com a parceria da Marinha do Brasil e a participação da Tenente Caroline Ranna e da Tenente Fernanda Hott, que contribuíram para as conversas com as famílias sobre cuidado, escuta e atenção às necessidades das pessoas que fazem parte da convivência diária.

Na Escola Municipal Flonete Alexandrino da Silva (Poço Fundo), a diretora adjunta, professora Janaína Santos Fagundes, ressaltou a importância da aproximação entre escola e família para a construção de um ambiente mais acolhedor. “A construção de um ambiente escolar acolhedor passa, inevitavelmente, pelo fortalecimento dos laços com as famílias. Com isso em mente, estruturamos o evento criando momentos seguros de roda de conversa. Nosso objetivo é oferecer aos responsáveis um espaço de acolhimento e livre de julgamentos, onde possam compartilhar suas vivências, sentimentos e desafios no exercício da parentalidade. Acreditamos que, ao proporcionarmos essa escuta empática e promovermos essa troca com as famílias, fortalecemos a parceria entre a comunidade e a escola, garantindo uma rede de apoio sólida e humanizada para os nossos alunos”, reforçou.

A orientadora educacional Vânia Costa também destacou a necessidade de fortalecer o diálogo no ambiente familiar. “É imprescindível orientar os pais e responsáveis sobre a importância do diálogo e da escuta dentro de casa. Criar momentos seguros de roda de conversa para os responsáveis expressarem sentimentos sem julgamentos é necessário”, disse.

Nas escolas, a abordagem também esteve relacionada à criação de espaços em que os estudantes pudessem se sentir à vontade para falar sobre suas vivências. Para a dirigente de turno da E. Mz. Capitão Costa (Cruz), professora Regina Gastanes, ações como essas contribuem para fortalecer os vínculos no cotidiano escolar. “Falar sobre o Setembro Amarelo na escola é, acima de tudo, falar sobre pessoas, sentimentos e cuidado. É criar um espaço onde os alunos possam se sentir acolhidos, ouvidos e livres para conversar sobre o que estão vivendo. Pequenos gestos de atenção e empatia podem fazer uma grande diferença. Valorizar a vida é mostrar que cada pessoa importa e que ninguém precisa passar por momentos difíceis sozinho”, afirmou.

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